http://www.makepovertyhistory.org

quarta-feira, junho 11, 2008

Herois do Mar:


Homens observam camião queimado durante protesto na Azambuja, a 90 km de Lisboa
(Foto: José Manuel Ribeiro/Reuters)

COMBUSTIVEIS?
PORREIRO PAH, PORREIRO...

Greve já provoca desabastecimento. Falta de combustíveis gera
fila em posto em Lisboa (Foto: Nacho Doce/Reuters)

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quinta-feira, março 27, 2008

Tokio Hotel e os Emos' descompensados


A Cultura Pop é exactamente isso... PopULAR. Mas o que em tempos derivava do fenómeno do gosto massificado, tornou-se na massificação do gosto! Quero dizer com isto que em tempos as pessoas escolhiam o que gostavam e agora alguém escolhe o que a pessoas devem 'escolher gostar'. Já é assim há algum tempo.


De vez em quando aparecem uma 'bandas' que fazem uso da imagem, da falta de memória para os erros do passado e, agora, da explosiva capacidade de divulgação da www, youtubé e do MySpace (não tenho nenhum: serei cota?)


Mas para alguém que esteja atento e não caia na ratoeira, até é giro ver as ocorrências que derivam deste fenómeno. Falo especialmente da fenomenal reportagem que a televisão fez à porta do Pavilhão Atlantico quando os Tokio Hotel cancelaram a 'representação':


A criançada chorava como se não houvesse amanhã. Pessoas que tinham dormido 2 dias à chuva para conseguirem... errrrr... entrar primeiro e.... errrrrrrrrrr.... talvez conseguir ficar à frente do palco! (Lol, lembro-me particularmente de um concerto dos Guano Apes no Coliseu em que tive de andar a tirar criancinhas a chorar com a violência da zona das grades!)


O que os Jornalistas não perceberam é que aquele teatro do choro faz parte do dia-a-dia dos pré-puberes e pré-adolescentes que engoliram o sapo do marketing: São EMO's, são chorões, sentimentalões e descompensados emocionais. Vivem da carteira dos pais e da imagem e, desculpem a má noticia, os Tokio Hotel são uma imagem de marketing bem explorada, construida e distribuida. E às pessoas que os inventaram tiro o meu chapéu.




Mas que me ri à brava, ri...

quinta-feira, março 13, 2008

SadLB

ARRE

Ao contrário do Camacho (que considero pessoa inteligente e que deve ter mudado de canal para o TVE2 para ver uma telenovela espanhola) ontem vi o jogo até ao fim...

ARRE

"O que não mata torna mais forte" diz o ditado - Ontem deve ter ficado MUITO FORTE

ARRE

E para exemplificar o meu estado de espirito, partilho convosco a fotografia de um Sr., que assumo não saber quem é, que se sentou no meio do banco do benfica, e que se sentia EXACTAMENTE como eu estava...



ARRE

quarta-feira, janeiro 30, 2008

O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford

Se a qualidade de um filme fosse medida pelo tamanho do nome o filme em questão ganhava, garantidamente, um óscar. Mas não vai ganhar.


Não vai ganhar:


Porque tem 160 minutos; Porque é lento; Porque o actor principal fala muito pouco; Porque o Actor de Suporte é o irmão de uma vedeta; Porque tem pouca acção; Porque é apenas o 2º filme do realizador.


A minha opinião:


O andamento lento do filme faz-me lembrar Antonioni; O actor principal consegue quase obscenamente fazer-nos criar empatia com um criminoso, e fazer o impossivel de não roubar, mais do que o estritamente necessário , espaço para deixar brilhar o actor secundário; O Casey Affleck é simplesmente genial, o "esperto que se finge de parvo para ver o parvo se fingir de esperto", magnífico; O filme tem a acção qb para nos manter acordados, um mal necessário nos dias que corre, em que a cinematografia do Roger Deakins (Shawshank Redemption) não é suficiente para deixar o pessoal de pestana aberta; Este é SÓ o 2º filme de Andrew Dominik mas lembro-me de Alex Proyas, que apenas tem 3 e não falhou em nenhum.


A este filme só falta um bocadinho mais de ritmo e consistência na relação construção-das-personagens/construção-da-história. É um pouco (demasiado) 'altos e baixos' nos momentos de interesses. E talvez ai o realizador executivo pudesse ter dado uma ajuda, o Sir Ridley Scott.


E para quem vai à procura de uma 'cóboiada', deixo ficar uma citação:


- Robert Ford: He's just a human being.


E o filme é só isso...


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quarta-feira, janeiro 16, 2008

Vampirinho :[

Os tipos da Worth são magníficos... e não me importava de ter um destes a passear pela casa :[

domingo, janeiro 13, 2008

BR [will be edited]



"I've seen things you people wouldn't believe.
Attack ships on fire off the shoulder of Orion.
I watched C-beams glitter in the dark near the Tannhauser gate.
All those moments will be lost in time, like tears in rain.
Time to die."

quarta-feira, janeiro 09, 2008

Voto de Confiança

O primeiro-ministro afirmou hoje que recusou o referendo e optou pela
ratificação parlamentar do Tratado da UE por «ética da responsabilidade»,
alegando que até seria vantajoso para o executivo ir a votos numa consulta sobre
União Europeia.


O PM não confia em nós, mas não faz mal porque nós também não confiamos no PM.

:P

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Concertos 2008

Sugiro:

Janeiro
25/26 - Emir Kusturica (Porto/Lisboa)

Fevereiro
4 - The Charlatans (Aula Magna)
15 - 30 Seconds To Mars (Coliseu dos Recreios)

Março
7 - Within Temptation (Coliseu de Lisboa)
8 - Cure (Pav. Atlântico)

Abril
2/3 - Editors (Campo Pequeno/Coliseu do Porto)
20 - Danko Jones (Santiago Alquimista)
30 - Joe Satriani (Coliseu de Lisboa)

Maio
3/4 - Einstürzende Neubauten (Casa da Música/Aula Magna)

Julho
9 - Iron Maiden (Super Bock Super Rock)

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sexta-feira, janeiro 04, 2008

Respect x 228

De acordo com a última contagem sou membro/autor/escritor/participante de qualquer coisa como 10 blogs. Mas no ano passado escrevi qualquer coisa como, hummmmmm digamos, 10 posts. Não está mau para quem passa a vida entre a net, trabalho, net, casa, net, trabalho (ad nauseaum).

Mas a minha inatividade (por muito boas causa diga-se) não é muito preocupante quando (eis que não...) o Blorgh! continua a sobreviver sozinho. Mal e porcamente, mas sobrevive.

Vejamos o que se passou em 2007

Posts: 10
Média Mensal: 0,8
Maior actividade: Janeiro [57%]
# Visitantes novos: 4403
# Visitante recorrentes: 228

Ou seja... há 228 pessoas que merecem o meu respeito.

É para essas que eu faço a vénia (ei-lá) e que retomo a actividade na esfera...

UM BOM 2008

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domingo, outubro 07, 2007

Sir Montgomery Scott

sexta-feira, agosto 03, 2007

... se não rasgo (outra vez) o meu cartão de sócio do SLB

Estou expectante, confesso. Sou um vermelhusco adepto do maior clube de futebol do mundo (perai, já venho...)

"Abro aspas para um aparte: a "Worldwide Historical Clubs Ranking" diz que o FCPê é o maior clube de portugal, mas por seu lado o Guinness diz que o SLB É DE FACTO O MAIOR DO MUNDO. Não obstante Guinness ser a MELHOR marca de cerveja do mundo (e só isso basta para lhe configurar a razão), a meu ver, e num ponto de vista perfeitamente lateralizado, não isento, parcial e por vezes alcoolizado: O Benfica é o mÁior"


(de regresso) e embora continue desconfie que a EASports roubou a frase do FIFA 2007 à falange de adeptos da Luz, acho que é mesmo desta!

Poderia alongar-me com considerações técnicas, financeiras ou desportivas, mas a verdade é que sempre ouvi dizer que "os números falam mais alto", e se desta vez (cof...cof...) o Glorioso não ganhar os canecos todos, ou pelo menos 3, só pode ser por azar.


Desta feita os reforços são de grande qualidade, cobrem as necessidades estratégicas e o nível de exigência que o nosso campeonato (cof...cof..., esta tosse!) exige. - Não serão demasiados? - Perguntam. Eu acho que não. São em numero suficiente para estabelecer um novo record no guinness.

Até já ponderei a táctica a usar, sem dúvida o 'Nando Santos concordará comigo:

8 x 8 x 4

É DESTA...

É DESTA...

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quinta-feira, agosto 02, 2007

A luta amorosa de Poliphilo num sonho

Quando os últimos três pseudo-romances-históricos que li caem, inevitavelmente, na bimensionalidade das personagens à lá Dan Brown, eis que sou agraciado pela presença deste maravilhoso livro de escrita simples mas magnética.

O livro começa numa versão reduzidas dos Cinco (menos o cão, quatro, portanto), mais cultos, (estudantes Universitários), mas com a mesma pica para as descobertas, desta feita literárias. Imaginem este quatro (os tais Cinco, menos o cão) a desbravarem enigmas em latim, grego, hebraico, árabe ou hieróglifos egípcios, como de silvas e urtigas da Enid Blyton se tratassem.

Aconselho vivamente. Este é um daqueles livros que tratam de livros e em que as personagens são como nós somos: Leitores. (Lembram-se dos livros do Umberto Eco? Isso mesmo...)

Já agora, a 'personagem' central do Livro existe mesmo: Hypnerotomachia Poliphili.

Para os mais Harry Pottianos (dispenso a vossa ira sob a forma de comentários jocosos) quegostamdedigitalizaçõesintegraisdelivros, existe luz no MITPress.

Comprem a versão menos díficil (sem grego, latim, ou afins) na Editorial Presença. Ou procurem nas edições antigas dos Romances Históricos, publicados pela Sábado.

Ah, o livro chama-se A REGRA DOS QUATRO e o cão não faz falta.

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segunda-feira, janeiro 29, 2007

Tenho um 'arrastar' novo


Guardarei memórias da minha primeira participação no atletismo no dia de ontem. Não revelo o maravilhoso número de Km que fiz, mas posso adiantar que realizei a prova em ~12 minutos :)

Fi-lo para provar que consigo ultrapassar a inercia que tenho experimentado nos últimos, digamos, 13 anos; Longe vai o tempo em que conseguía correr uma hora, fazer 100 abdominais e 100 flexões, ou mesmo nadar 1Km, sem produzir acido láctico em proporções suficientes para fazer um pudim flan...

Os 32 anitos não me pesam na barriga, nem na caixa toráxica, mas sim nas articulações dos tornozelos. Diga-se que arranjei um 'arrastar' novo (tipo um velhote a andar), o que vale é que amanhã já não devo sentir nada...

E decidi que no FdS que vem vou fazer mais uns quantos km... mas de bicicleta ;)

Notas mentais: Levar ténis adequados à coisa; Fazer aquecimento; Parar de bater com tanta força com os pés no chão; Fazer alongamentos. Ah, e escolher uma prova com temperaturas acima dos zero absolutos...

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quinta-feira, janeiro 25, 2007

Ventos Polares e a salada...



Com este frio há duas coisas que me dão cabo do passeio (e da paciência) quando me desloco de motociclo de, e para o 'emprego'.

Saiba-se, para quem anda fora destas coisas, que o ventinho cortante que se faz sentir na rua neste momento, se desmultiplica énê de vezes quando nos deslocamos a mais de 0Km/h. As estruturas físicas que estão directamente implicadas no processo da dor nestes casos, e esquecendo o lugar comum que são as células nervosas: AS PERNAS

Amigos, as pernas são um problema. Não a parte de cima ou a parte debaixo delas, não as pontas, etc, mas o que está no meio delas... Os joelhos. Irra que os joelhos dõem com estas temperaturazitas simpaticas. E mais: o que mais se encontra no meio das pernas?? ISSO MESMO, estão a ver como as vossas cabecitas maldosas chegavam lá (sim, já sei que já lá tinham chegado ainda antes de eu falar dos joelhos ;)

Este é o verdadeiro problema de andar de chopper: Perna aberta.

Alguém conhece solução??


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terça-feira, janeiro 23, 2007

ARGHHHH


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quinta-feira, janeiro 18, 2007

Tecnológico


Sinto-me tecnológico.


E quando assim é dão-se-me umas comichões do lado direito do cérebro e fico com bichos carpinteiros nos dedos...


Os olhos reviram-se ao primeiro vislumbre de um iBook, tremo ao pensamento de uns sistema de Hi-fi-ligado-a-um-TVSys-ligado-a-um-Surround-ligado-a-uma-X-box-ligado-a-um...


ARGHHHHHHHHHHHHH


E a carteira: que não há maneira de se revitalizar.


(vá-lá, consegui comprar uma Pen de 2Gb por 5€ na eBay. Uiiiiiiiiiiiiii............................)

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segunda-feira, outubro 02, 2006

Mário Laginha Trio

O Mário Laginha tem andado a trabalhar uma área musical rica em detalhes da Clássica. O seu último disco (primeiro a solo) é disso exemplo. E a influência desta no seu Jazz é cada vez mais evidente. Mesmo acompanhado em trio (e oh que trio!) as fugas continuam bem visíveis. Mas note-se que não estragam nada o resultado final.

Esta tendência de meter muitas notas lá para o meio (desculpem-me a simplicidade de análise) faz-me lembrar a espaços, e com um gostinho nacional é claro, um amigo de longa data e de boa memória: o grande Keith Jarrett. Sim, já sei que me vão dar na cabeça (ou então não, porque este Blog é só mirones mesmo!...) mas o formato de Jazz que ouvi na passada quinta-feira no Auditório Ruy de Carvalho, circula entre o ambiente dos Standards Vol1 & Vol2, ou/e o Melody at Night with you.

Com a virtuosa companhia do Bernardo Moreira no Baixo e do Alex Frazão na Bateria, o chamado Mário Laginha Trio vinga pela cumplicidade que como amigos eles trazem para o palco. Mas é também ai mesmo que pecam... o facto de tão bem se conhecerem não deixa espaço a que ‘transpirem’ a novidade, a inocência, a beleza que ao fim e ao cabo o jazz transporta ao público. E o Trio roubou-nos isso!

Mas deu-nos muito mais.

Agradecimentos à CMOeiras pelo festival(zito) de Jazz, que espero que continue a crescer em dimensão (mas não no preço)

NR: O Frazão rouba qualquer espectáculo!

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segunda-feira, setembro 25, 2006

World Trade Center

terça-feira, setembro 19, 2006

Tempo Valioso


O tempo é cumulativo
O tempo é intransigente
O tempo é cruel
O tempo é obstinado

Mas o tempo é também relativo
Abstrato
Imaginado

Por vezes o tempo foge de nós
Outras vezes vem ter connosco

Por vezes queremos esqueçê-lo
Outras vezes lembrá-lo

Por vezes deixamo-lo passar a correr
Outras... faz sentido o contar os dias, as horas, os minutos e os segundos:
E o tempo ganha sentido e torna-se valioso! (um bem pessoal ou partilhado)

segunda-feira, setembro 18, 2006

Pavões e Nuvens


Parque Marechal Carmona

É um espaço singular no concelho de Cascais resultando da junção dos jardins do Palácio dos Condes de Castro Guimarães com a propriedade do Visconde da Gandarinha.
Nele pode desfrutar-se de uma tranquilidade única conferida por um conjunto vegetal notável e diversificado, que em articulação com o ondular suave do terreno, que integra um troço da Ribeira dos Mochos, permite em cada percurso, novas perspectivas e descobertas.
Amplos relvados, canteiros de herbáceas e de arbustos decorativos desenvolvem-se em consonância com o traçado romântico dos percursos, magnificamente enquadrados por uma mata com árvores de grande porte.
Para além das possibilidades mais passivas e reflexivas de utilização de todo este parque, da qual faz parte a mata propriamente dita, os orlas relvadas, a estufa, a envolvente da linha de água e dos lagos e os diversos recantos preparados para acolher o visitante, aqui e além assinalados por elementos escultóricos e arquitectónicos, conta-se ainda com algum equipamento de uso mais activo. A área de recreio infantil, o mini-zoo, a biblioteca juvenil, os campos de jogos tradicionais, o parque de merendas e os relvados constituem atractivos suplementares para faixas etárias mais específicas.
[Eu cá guardo na mente os Pavões e o cheiro da relva. Ah, e as núvens em forma de Dragão]